quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Sobre casamento.

O casamento nada mais é que a sociedade registrada em cartório entre um homem e uma mulher.
Agora, se esta sociedade e feita com amor é certeza de lucro certo.
Eu sou uma entusiasta deste grande passo que damos na vida, digo a todo mundo o quanto é bom estar casada.

Claro que sou privilegiada, sou casada com um homem maravilhoso.
Tenho que falar do Wagner, sem ele eu não seria esposa, mãe, nora, sogra e avó.
Algumas pessoas costumam me dizer, é fácil falar bem do casamento quando se é bem casada.

Acontece que pra um casamento dar certo é necessário confiança, confidencia, companheirismo, liberdade, amizade, amor e é claro sexo.
Quando casamos não tínhamos muita coisa a não ser o amor o Thiago crescendo dentro de mim e um bocado de dívidas.
O Wagner sempre foi um batalhador, trabalhava de dia e estudava de noite.
Quando terminou a faculdade foi dar aulas a noite pra melhorar a nossa renda que não era lá estas coisas.
E também comprava roupas de grife pra revender nas poucas horas que sobravam.

Nesta fase da vida resolvemos ter o Lucas então se fazia necessário mais dinheiro, quem tem filhos sabe como caro né!
Nada como dois rostinhos lindos e sorridentes pra fazer a gente pensar em progredir cada vez mais e dar a eles conforto, boas escolas e ter certeza do seu futuro assegurado.

Então tenho plena certeza que ser pai pro Wagner é tão maravilhoso como pra mim é ser mãe.
Digo sempre pros meus filhos, seu pai merece o Oscar com direito a tapete vermelho e platéia aplaudindo.

Obrigada meu marido, meu grande amor, meu companheiro de toda uma vida por ser o mais perfeito pai que eu conheço!

Te amo!









Ser mãe!

Ser mãe é divino...Ser mãe é fantástico...Ser mãe é maravilhoso.

Agradeço a Deus todos os dias por te me dado este presente, ser mãe.
Quando penso que passei noites em claro cuidando dos meus meninos, e nem ao menos tive a ajuda da minha mãe, ( ela não estava mais aqui ), sei que cumpri a minha missão com louvor.

Porque digo isto? Porque tenho dois filhos que são exemplo de honestidade e determinação!
Mesmo trabalhando, enquanto eles cresciam eu dava um jeito de estar sempre por perto.
Estou aqui escrevendo e relembrando... Naquela época eu tinha um chevete velho evermelho.

Eu levava os meninos a escola todos os dias, como o carro não tinha rádio a gente ia cantando:
Quando olhei a terra seca,qual fogueira de São João...( Luiz Gonzaga )
Debulhar o trigo,recolher cada bago do trigo,forjar na terra o milagre do pão, e fecundar o chão...( Pena Branca e Xavantnho )

Gente,estou escrevendo e chorando por ter me recordado de momentos tão caros e únicos.
Pois é, quando se fala de filhos é pura emoção, não importa a idade deles, sempre serão as nossas crianças.

Então eu sei que ser mãe é amar os filhos mais do que a si mesma e continuar assim por toda a eternidade... Amém.


Para meus dois meninos.

Meninos tão preciosos...
Que Deus me emprestou pra cuidar...
Por algum tempo na vida...
Momentos de amor intenso...
E tantas lembranças que ficam...
Que nada pode apagar...
Alegrias de lindos momentos...
Na minha mente a bailar...
Me faz achar que amor...
Também rima com dor...
Mas nada é tão importante...
Que se compare com a vontade...
De estar sempre por perto...
Pra poder matar a saudade...
Querer encher de beijinho...
E mostrar que o meu carinho...
Por certo é verdadeiro...
E nada no mundo inteiro...
Pode este sentimento matar...
Lembrem queridos meninos...
Mãe é como cachorrinho...
Sempre abana o rabinho...
Quando ve o seu menininho...


Amo vocês Thiago e Lucas...





quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Sobre ser sogra!

Se tem coisa que irrita é piadinha de sogra.

Desde que o mundo é mundo se ouve falar de sogra e muito mal.

Eu sou sogra de duas noras e sempre tive a pretenção de ser meio que mãe delas, porém sei muito bem o meu lugar...E o meu papel é o de sogra.

Graças a Deus me dou bem com minhas noras e as amo por amarem meus filhos que são os frutos do meu ventre.

Mas pessoal nem queira saber o que eu escuto de noras e sogras que não se bicam, é um tal de ficarem disputando o amor do sujeito em questão, esquecendo um pequeno detalhe, ele ama as duas. A primeira por ter lhe dado a vida e a segunda por ser sua companheira, aquela que vai dar continuidade a sua espécie.

As piadinhas mais indecentes dizem que a sogra do homem é terror, mas eu particularmente não conheço nenhum que que fale mal delas, ou seja isto é coisa de disputa entre mulheres.
Agora eu me pergunto pra que? Amor não é coisa que gaste com uso, mas pode se desgastar com descaso, com ciúme desmedido com querer a posse da pessoa em questão, pois nem a sogra é dona do filho muito menos a esposa.

Temos que ter em mente que eles são indivíduos com capacidade de amar e entender as duas partes.
E também tenham em mente que se você é mãe um dia serás sogra.

Então que tal deixar esta bobagem de lado e entender que se amamos o mesmo homem alguma coisa a gente tem em comum.
Sogras e noras amem umas as outras e tenham certeza que isto fará fortalecer o amor de seu homem por vocês.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A Rainha... mulher admirável!

Hoje eu estava vendo o filme “A Rainha” e achei pertinente falar sobre a mulher admirável que ela representa. O filme conta a história da Rainha da Inglaterra, Elizabeth 2ª (nascida Elizabeth Alexandra Mary, em 21 de abril de 1926).

Mulher admirável...

Mulher que mesmo tendo uma legião de empregados quando de ferias em sua casa de campo fazia questão de cozinhar.

Mulher que na guerra cuidou dos soldados como uma enfermeira comum, e olha que de comum ela não tinha nada.

Mulher que até seu próprio carro sabia consertar, ou seja, metia a mão na massa.

Soberana, porém humilde administra tudo e todos com mão de ferro

Por que falar dela? Pra ver se entra na cabeça de algumas mulheres que fazer tarefas domesticas não é demérito, pelo contrário.

Infelizmente hoje em dia as próprias mães nada ensinam as suas filhas achando que sempre a vida vai sorrir pra elas

Não pensam que de repente por um motivo qualquer, podem perder o poder aquisitivo e aí a vida delas vira o caos completo, pois não aprenderam nem a lavar a própria calcinha.

Tenho pena destas meninas mal orientadas e destas mães que pensam que só fazer uma Universidade de qualquer coisa é o suficiente para trazer um futuro brilhante e abastado.

Por isto eu digo: Não espere acontecer, faça acontecer, nunca tenha medo de mostrar que você é capaz de aprender de tudo um pouco.

Pinte, borde, cozinhe, faça um curso de mecânica de automóveis, enfim torne se útil e nunca fútil.

Devo dizer também que os homens adoram mulher do tipo “pau pra toda obra”, entenderam meninas?

Falarei mais sobre este tipo de mulher em outros textos. Até mais!!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Mulher Benhê!!!!

Vocês sabem o que vem a ser este tipo de mulher? Não? Então eu explico!

Este tipo de mulher é de dar nos nervos de qualquer ser humano o pior é que o mundo está cheio delas,darei alguns exemplos:

- Benhêêê, a pia da cozinha tá entupida.
- Benhêêê,abre este vidro pra mim.
- Benhêêê,a lâmpada da sala queimou.
- Benhêêê,a TV a cabo não está funcionando.
- Benhêêê,tava esperando você chegar pra falar com as crianças elas não me respeitam.


Também, pudera... qual a criança que vai respeitar um ser que não sabe nem trocar uma lâmpada sozinha!

Fala verdade, coitado do benhê ,trabalhou o dia todo e quando chega tem um monte de coisas pra resolver. Este coitado deve ter jogado sal grosso nas chagas de Jesus Cristo pra merecer viver com este tipo de mulher.

Este sem dúvida é o tipo de mulher que me dá náusea, pois ela não sabe e nem tem interesse nenhum em aprender coisa alguma.

Tem aquela que não sabe passar a própria roupa.
Aquela que nunca fez uma bainha.
Aquela que nunca cozinhou na vida.
Aquela que não sabe colocar um DVD.


Também tem aquelas que ficam o dia todo na frente da TV comendo porcaria e engordando sem parar esperando que o benhê chegue pra fazer o jantar.

O pior tipo de mulher benhê é aquele que acha que as mulheres que sabem se virar sem ele, são tontas, e ainda dizem com todo orgulho: não nasci pra ser dona de casa.

Bom mas isto é uma outra história e falarei sobre este assunto da próxima vez.

Ser ou não ser?

Hoje pretendo falar em ser ou não ser mãe.

Quem foi que disse que toda mulher tem a obrigação de ser mãe? Este, sem dúvida, é um assunto muito polemico.

Eu confesso que durante muito tempo achava que toda mulher tinha que ser mãe pra ser completa, ainda bem que hoje tenho claro que toda mulher é dona do seu corpo e não querer ser mãe não é defeito e nem doença, apenas uma escolha.

No fundo é melhor não ser mãe do que ter filhos pra deixar ao Deus dará! Pra escrever aqui sobre este assunto entrevistei uma amiga que não pretende ter filhos.

Qual a razão de você não querer ser mãe?

Nunca me imaginei tendo filhos, pois a minha carreira é mais importante pra mim.

Você não acha que da pra conciliar as duas coisas?

Não, sei que se eu fosse mãe não deixaria meu filho com ninguém, penso que filhos tem que ter sempre a mãe por perto então fiz a minha escolha.

Assim como esta amiga milhares de mulheres vivem um drama com a cobrança que a sociedade faz, porem é certo que cada um tem o direito de fazer o que acha melhor pra sua felicidade.

Claro que pra isto dar certo o marido tem de concordar plenamente com a esposa e se é assim pra que sofrer com isto não é mesmo.

Agora, existem mulheres que como eu foram feitas pra maternidade. Acho que já nasci querendo ser mãe. Tenho dois filhos que são a razão da minha vida, um tem 30 anos e o outro 26. Também sou avó de uma linda menininha e posso afirmar que não existe coisa melhor depois de ser mãe.

Por isto eu digo: Ser ou não ser? É tudo uma questão de livre arbítrio.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Bem feito pra nós.

Quem mandou sair por aí queimando os porta-seios em praça pública. Quem mandou encurtar as saias até que se possa ver as suas partes mais íntimas. Quem mandou exigir igualdade de direitos, quando na verdade isto nunca aconteceu. O que conseguimos com isto foi aumentar as nossas responsabilidades e o nosso trabalho dobrou ou dependendo do caso triplicou não é mesmo.

Não seria melhor se a gente ficasse em casa cuidando dos filhos, bordando ponto cruz ou fazendo crochê deixando que os homens cuidassem de nos prover. Choquei você? Só penso que a mulher está perdendo sua feminilidade dia a dia lutando pra ser igual ao homem quando de fato ela não é. Nós mulheres somos poderosas e não precisamos disto pra provar nada a sociedade.
Faço este comentário, pois moro num condomínio com muitos adolescentes e muitos bebês com suas babás.

Os adolescentes livres e soltos fazendo todo tipo de estripulias ,muitas vezes bebendo sem que os pais saibam o que está acontecendo , estão trabalhando e ninguém presta atenção neles, estão ocupados demais ganhando dinheiro e não tem tempo pra educar seus filhos.

O importante é ter dinheiro pra pagar as melhores escolas achando que as mesmas vão educá-los, pois sim!

E os bebes então, tão pequeninos nos colos de suas babas. Provavelmente vão chamá-las de mãe assim que começarem a falar.

Sem contar com a classe desprivilegiada que por acaso são estas mesmas babas que cuidam dos nossos filhos enquanto os delas estão numa creche qualquer ou então com um irmãozinho em casa ao sabor do vento e às vezes da fome.

Pobres mulheres! Ricas ou pobres estamos todas sujeitas a esta sociedade que nos impõe dura jornada de trabalho.

Quem sou eu.

Meu nome é Cidinha Reis. Sou uma mulher comum. Como tantas por aí, não sou formada em jornalismo, e só estudei até o segundo grau. Pretendo com esta publicação debater, e até tentar entender, porque as mulheres sofrem tanto.

Farei algumas postagens sobre o meu ponto de vista de como as mulheres ao longo de todos estes anos arranjaram pra própria cabeça. Sei que muitas vão achar que sou machista,mas tudo bem sei que não sou e nem nunca serei a dona da verdade absoluta. O que eu quero com isto? Tão somente por pra fora tudo que eu penso a respeito. Pra que? Por que gosto de escrever e ponto.

Sobre minha mãe!

Começo este blog falando da pessoa mais importante da minha vida, minha mãe. Luiza este era seu nome conhecida por todos como a tia Luiza, muito querida por todos que a conheciam e não eram poucos. Mulher de coragem, mãe de oito filhos, se casou muito cedo e sempre teve dupla jornada de trabalho. Levantava cedo cuidava da casa fazia a comida pra levar pra roça e com ela iam os filhos.

Quase sempre um nos braços e outro na barriga, enfrentava todo tipo de perigos, mas se fosse preciso matava cobras a unha pra nos proteger. Ela sempre me dizia nunca tenha medo de assombração e sim dos vivos estes podem ser perigosos.

Estou falando de minha mãe, pois ela é o motivo que me leva a fazer este blog. Pretendo falar aqui de nosso dia a dia e de como é difícil ser mulher, mãe, trabalhar fora e enfrentar todos os problemas decorrentes deste nosso mundo tão conturbado.